quinta-feira, 27 de abril de 2017

Já não temos amor à profissão?


Sem rodeios, vamos ao(s) ponto(s):

  • Os professores, os advogados e afins mostram-se insatisfeitos e sem vontade de cumprir o seu papel;
  • Os funcionários das repartições de Finanças e dos Bancos, entre outros, são antipáticos e não estão dispostos a esclarecer as dúvidas das pessoas;
  • Os pais não têm tempo para os filhos e descuram na sua educação.

Como é óbvio, os grupos assinalados estão referidos de forma genérica. Contudo, começa a aumentar o número daqueles que se sentem desgastados do seu ofício.

Desde quando é que nos esquecemos da boa educação, de que estamos a lidar de um modo ou de outro, com um público e necessitamos revelar simpatia e agradabilidade.

Em que momento se nos varreu da lembrança que não estamos acima de ninguém e estamos naquele local para satisfazer as necessidades de quem nos procura.

Qual foi a altura em que as redes sociais se tornaram o único meio de encontrarmos algum desenfado.

Citando uma grande amiga, "Acordem(os) para a vida!", para que não sejam(os) meros espetadores, que assistem sisudos e aversos à realidade que podem(os) pintar com paixão.



Pintura de Leonid Afremov (nome e data de produção desconhecidos)

Escrito por Mariana Pinto


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