terça-feira, 31 de maio de 2016

Favoritos: Maio de 2016

Olá a todas e a todos!

A partir de agora, o CSD fará, sempre que possível e que se justifique, os favoritos de maquilhagem/beleza/outros de cada mês! Assim, terão a certeza absoluta de que gosto e recomendo os produtos que referir... Aliás, quando escrevo reviews de produtos aqui é sempre com a certeza de que eu os adoro, nunca escreveria nada que não gostasse e que achasse um desperdício do vosso dinheiro!
Felizmente, uso tudo o que tenho, por isso, quando comprar algo que acabe por não gostar, direi aqui também.
Portanto, os meus favoritos de Maio são:




1. The Body Shop Camomile Sumptuous Cleansing Butter



Simplesmente, o melhor desmaquilhante de sempreeeeeeee! Review completa e pormenorizada aqui!



2. Garnier Miracle Skin Perfector BB Cream, na cor Light




Odeio sentir a minha cara com base quando o calor começa a fazer-se sentir, por isso, opto sempre por usar um BB Cream no Verão (até porque com o bronzeado já não precisamos de grande maquilhagem, diga-se). Sempre usei este, o clássico da Garnier, e o para peles mistas (podem ver aqui). A diferença é que este, por não ser indicado para peles mistas, não matifica a pele, deixando-a com o seu brilho natural; o segundo, deixa a pele bem sequinha e dá mais cobertura, segundo me parece. 
Este BB Cream cumpre a sua função: hidrata, uniformiza a pele e dá uma cobertura leve. Podem encontrá-lo em qualquer hipermercado e o seu preço ronda os 5/6€.


3. Yves Saint Laurent Touche Éclat Highlighter Pen






Um dos bestsellers da marca! Quem não conhece esta "caneta" maravilhosa? Sou tão a favor do look "a minha pele mas melhor" no Verão que raramente uso anti-olheiras (logo eu!!). Só um BB cream, esta maravilha, máscara de pestanas e algum batom!
Para quem não conhece, é uma caneta iluminadora, ou seja, a sua principal função não é a de corrigir mas sim a de iluminar certas zonas da nossa cara. Colocando-a na zona das olheiras faz uma boa diferença...Ficamos com o olhar mais levantado, acordado e, claro, iluminado!
Vende-se em qualquer Perfumaria e o seu preço ronda os 35€.


4. Caudalie Instant Detox Mask






Máscaras são o meu próximo investimento porque acredito que ajudam e muito em manter pele e cabelo saudáveis. 
Já queria esta máscara de pele há imeeenso tempo, não sei porque demorei tanto para a comprar... Simplesmente estou rendida! A sua principal função é a de desintoxicar a nossa pele, ou seja, limpá-la em profundidade. Abrem-se, literalmente, buracos nas zonas que tiverem mais "sujidade"... Dá para ver tudo, é satisfatório e nojento ao mesmo tempo! AHAHA A sensação ao retirá-la é ótima, a pele está macia, menos fatigada, os poros muito menos visíveis... Tudo de bom! 
O problema é que agora quero experimentar todas...  
Normalmente, uso-a uma vez por semana! Custa 22€ e podem comprar nos sites da Skin ou Sweetcare ou em qualquer Farmácia/Parafarmácia.


5. Barral Creme Hidratante para pele seca/extra seca




Porque também devemos cuidar do nosso corpo, certo?
Este creme é gorduroso mas não pesa, ou seja, é um creme gordo mas a sua textura não é a do creme Nivea da embalagem azul, por exemplo. Muito fácil de trabalhar, hidrata suuuuuper bem a pele e cheira tão bem... Não sei porquê, mas lembra-me os produtos daquela marca para bébés, a Mustela, sabem? Adoro!
Vende-se em qualquer hipermercado ou Farmácia/Parafarmácia e custa por volta dos 6€.


6. Catrice Made to Stay Inside Eye Highlighter Pen, na cor 010 - In the mood for nude




Quem tem olhos pequeninos ponha a mão no ar! Usar um lápis de olhos bege na linha de água inferior dá a ilusão do olho parecer maior! É um excelente truque que só aprendi recentemente! Inicialmente, comprei um lápis branco para o efeito mas, sinceramente, não gostei... Ficava pouco natural. Por isso, comprei este e não me arrependo! É à prova de água e abre visivelmente o olhar, é excelente! É cremoso e muito pigmentado e vem em formato retrátil, ou seja, não é preciso afiar; no entanto, traz, na ponta, uma afia para o caso de quererem a ponta mais fina.
Custa 3,19€ e vende-se em qualquer loja Well's/Clarel ou, por exemplo, na Maquillalia


7.  Pincel de pó/blush/bronzer Primark




Por último, algo que me surpreendeu mesmo muito: a maquilhagem da Primark! 
Inevitavelmente, ainda associamos preços baixo à pouca qualidade, mas a vida já me ensinou que nem sempre é assim! Este pincel é mesmo muito bom, seja para aplicar pó, blush ou bronzer, seja, até, para fazer contorno! 
Não sei se conseguem perceber, mas a extremidade da esquerda é mais "cheia" ou seja, espalha mais difusamente o produto, não fica tão carregado... A extremidade da direita tem as cerdas mais concentradas, logo, é ideal para fazer contorno! 
A Primark tem vindo a melhorar muito os seus produtos! Os pincéis e os lápis de lábios são os meus favoritos. 
Custa 2,50€ e vende-se em qualquer loja Primark. 

Gostaram? Têm algum destes produtos? Ficaram com curiosidade em conhecer algum?
Beijinhos!
Escrito por Sónia Dias.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Personagens favoritas


Fonte da imagem base: https://financesonline.com/uploads/2014/04/tvshows.jpg


Hoje decidimos escolher três personagens de ficção (no que diz respeito aos TV Shows) de que mais gostamos. Aquelas que nos cativam (ou cativaram) com a sua irreverência, coragem e humor ou que, simplesmente, nos sentimos identificadas. Fiquem desse lado ;)



Sónia

1. Callie Torres, Grey's Anatomy

Ao longo destes anos todos que a série está no ar, sempre me identifiquei com a Callie: mulher trabalhadora, que faz tudo pelos outros, romântica e sonhadora que quando ama, ama m-e-s-m-o. Tem sofrido muito ao longo da série (esta Shonda pá!) e, por isso mesmo, podia, facilmente, vitimizar-se e jogar esse papel... Mas não, sempre chutou a bola para a frente.
Nos últimos episódios desta season não gostei da sua atitude, mas, lá está, só quem ama como ela é que larga tudo e vai viver noutro país com a namorada. Um pouco irracional, porém legítimo.
Além de que tem um grande sentido de humor, na minha opinião!


Fonte: https://pt.pinterest.com/pin/519251032006995640/


2. Charlotte York e Samantha Jones, Sex and the City

Metade de mim é a Charlotte e a outra é a Samantha. Identifico-me com a primeira pelas mesmas razões que referi acima; é uma "cópia" da Callie, mas numa versão mais dramática e, por vezes, mais irritante, uma vez que é a menina perfeita que nunca erra. É aqui que entra a Samantha, uma mulher que faz tudo o que quer, que se está a borrifar para o que os outros pensam dela e que não tem tabus nem vergonhas a falar de sexo. 






3. Brienne of Tarth, Game of Thrones

A série é genial mas as personagens femininas são mais. A Brienne é A badass cá do sítio! Mesmo sofrendo de bullying (para sermos simpáticos) por parte de, essencialmente, todos os homens que a vêem, nunca baixa os braços e dá muitas chapadas sem mão! Além de que é extremamente leal e nunca desiste daquilo que procura. 


Fonte: http://gameofthrones.wikia.com/wiki/Brienne_of_Tarth


Susana 

1. Carol e Michonne, The Walking Dead 

Fonte: http://gamehall.uol.com.br/v10/wp-content/uploads/2016/02/carol.jpg
Fonte: http://www.weapons-universe.com/zombie-weapons/michonne.jpg


Em The Walking Dead, as personagens, na minha opinião, são quase todas muito ricas. No entanto, as que assinalei destacam-se pela força, coragem e pela capacidade de tomar decisões difíceis, de forma rápida. Elas fazem o que precisa de ser feito. São verdadeiras sobreviventes. A Carol está na série desde a 1.ª temporada e o seu percurso é extraordinário: se, no início, víamos uma mulher oprimida (vítima de violência doméstica) e indefesa, agora estamos perante uma heroína. Estratega, inteligente e implacável quando tem uma arma na mão. 

A Michonne apresenta-se, desde cedo, como uma guerreira. Domina o sabre e não perdoa uma ameaça. É interessante ver como esta personagem, um pouco fria no que concerne aos sentimentos, baixa a guarda e desenvolve o seu lado afetivo quando entra no grupo liderado pelo Rick. 


2. Patrick Jane, The Mentalist

Fonte: http://static.comicvine.com/uploads/original/14/144443/3174437-6001607960-simon.jpg

Eu adorei esta série (como se pode ver aqui --> https://cantosuperiordireito.blogspot.pt/2015/12/tea-its-like-hug-in-cup.html). O Jane era absolutamente encantador! Ficava sempre curiosa com o truque que ele ia fazer a seguir.


3. Elliot Alderson, Mr. Robot


Fonte: https://tribzap2it.files.wordpress.com/2015/09/rami-malek-elliot-mr-robot-usa.jpg

Esta é uma personagem diferente do que estava habituada. Também já vos falei dela aqui. O próprio espetador entra na esquizofrenia de Elliot e duvida da realidade. Essa espécie de jogo fascinou-me e, como tal, estou muito entusiasmada com a 2.ª temporada que estreia no dia dos meus anos (que cordialidade!) +.+


Mariana 

1. Poussey Washington, Orange Is The New Black


Fonte: https://36.media.tumblr.com/09a5bfe1dab4ab5dedd8b158fad5e175/tumblr_n6s1oxTWX81qiba52o5_500.png

Dentre as prisioneiras de Litchfield, a Poussey é sem dúvida a minha favorita. Em grande parte, porque ela é o tipo de pessoa que eu desejaria ser: naturalmente feliz. 
Washington consegue combater as relações mal-sucedidas, o amor não correspondido e o preconceito de que é alvo com o seu carismático sorriso e o bom feeling em relação a tudo (Invejo também muito a sua fabulosa dentição *.*)


2. Lisa, Rebelde Way


Fonte: ehttp://fotos.sapo.pt/0I7nIREECa90ZHZ44tLV/

Não sei se se recordam desta telenovela juvenil. Passou há alguns anos na Sic. A história girava em torno de um colégio interno, constituído por diferentes tipos de jovens. 
A Lisa era uma das protagonistas. Como a própria imagem comprova, ela tinha uma atitude e também um comportamento um tanto desviante do que era esperado de uma aluna daquele tipo de instituição. Ela revelava-se a verdadeira rebelde, pronta a cometer loucuras, que tinham como único objetivo chamar a atenção dos pais, que estavam divorciados. A acrescentar a esta faceta, a Lisa mostrava ainda um lado bondoso (abrigando, às escondidas, um miúdo de rua) e um sentido de humor muito característico (o sotaque portuense da atriz aprimorava este traço :D). 



3. Hugo, Hugo (programa infanto-juvenil)


Bem, que saudades do Hugo. Este jogo, que era transmitido através de um programa na RTP 1, é uma das boas recordações da minha infância. Engraçado que ao ver o vídeo acima, relembrei o motivo de esta personagem se ter tornado um marco (sentíamos que estávamos no jogo do Hugo, e mais, que ele era real +.+)





"É tramado, mas este jogo está acabado."


Canto Superior Direito. 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Como vamos de cinema?


The Lobster | Louder Than Bombs | Zootrópolis



Podíamos ir melhor... Maaaas vamos por partes! =D

Os filmes apresentados foram os que vi recentemente e estão dispostos consoante o meu grau de satisfação, sendo que The Lobster foi o de que menos gostei e Zootrópolis o de que mais gostei. Bem sei que os géneros se distanciam muito, no entanto a empatia acaba sempre por falar mais alto quando nos referimos à arte. 



3. The Lobster: A premissa do filme é, na minha opinião, muito boa. Talvez seja por isso que esteja a arrecadar tantos elogios entre os entendidos. 

Num claro ataque à sociedade em que vivemos (onde se dá demasiada importância ao lugar-comum casar e ter filhos), The Lobster transporta-nos para uma outra realidade. Nesta distopia, todos os seres humanos são obrigados a encontrar o «par ideal» (têm, inclusivamente, um prazo para o poderem fazer), caso contrário são transformados num animal e largados na floresta. 

O filme faz uso do completo nonsense e, por mim, tudo bem. Dou-me bem com esse estilo. O que não é tão ''na boa'' é quando o nonsense passa a ser gratuito. Parei de ver o filme assim que uma das personagens mata um cão e há um grande plano do animal jazido, no chão, com uma poça de sangue. Não gostei. Provavelmente não soube interpretar a mensagem da obra cinematográfica, mas decidi que aquele tipo de violência visual não era para mim. 

Porém, deixo-vos uma das falas mais engraçadas. Sarcasmo nível máximo =D 

A propósito das discussões entre casais, uma das personagens aconselha: 


«If you encounter any problems you cannot resolve yourselves, you will be assigned children, that usually helps.»

;D



2. Louder Than Bombs: Este filme também tem as suas singularidades. Não é propriamente uma obra para se apreciar num domingo à tarde. O que me moveu foi mesmo saber que entrava o ator Jesse Eisenberg, normalmente gosto das produções em que ele está presente (não foi o caso desta). A propósito, estou muito ansiosa pelo Now You See Me 2 +.+ 

Através do recurso à analepse e ao sonho, a película apresenta-nos a história de uma família que se tenta reestruturar depois da morte da matriarca. Também com uma pitada de nonsense, vamos assistindo à forma como os três homens fazem o luto. 

A certo ponto, comecei a achar este filme demasiado absurdo, mas vale a pena pela personagem Conrad (Devin Druid). O seu comportamento obsessivo conjugado com o auge da sua adolescência captaram a minha atenção. 



1. Zootrópolis: Para tirar este amargo de boca, decidi assistir a algo que já queria há muito - Zootrópolis, uma animação da Disney, a meu ver, irrepreensível.  


Fonte: http://nafilmu.cz/wp-content/uploads/2016/02/zootopia-movie.jpg

Está tudo perfeitamente calculado e em plena harmonia. Só vendo é que poderão comprovar tamanha beleza. Resta-me adiantar que é uma lição para miúdos mas, sobretudo, para graúdos, já que a nossa tolerância anda pelas ruas da amargura. Nada como a Disney para nos devolver a candura e a bondade. 

Já viram algum destes filmes? O que acharam? =) 



Escrito por Susana Ferreira.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

7 coisas que temos de parar de escrever!


Decidi fazer a versão 2.0 deste post, desta vez com alguns erros que ainda não superámos ao nível da escrita! Vamos lá começar a caprichar nessa ortografia porque ninguém quer ler «hoje voçê está muito linda!» ou «ola lindo será que pudemos ir tomar um cafe estou coriosa para te conheçer»! Para além de serem ''cantadas'' terríveis, os erros não ajudam! 

Provavelmente estou a exagerar nos exemplos, contudo a escrita é uma atividade que praticamos com regularidade e, como tal, há que cuidar bem dela. No fundo, a língua portuguesa é nossa amiga e nunca nos fez mal. Tem as suas singularidades, como qualquer um de nós, mas é a língua de Camões, de Padre António Vieira, de Gil Vicente, de Eça de Queirós, de Fernando Pessoa e de tantos outros autores que nos enchem de orgulho. 

Serviço público em 3, 2, 1

Fonte: http://stream1.gifsoup.com/view6/20151022/5261101/maze-runner-the-scorch-trials-i-know-we-can-make-it-o.gif


1. Da-mos.

O ''da-mos'' tem muitos familiares... O ''pode-mos'', o ''faze-mos'', o ''come-mos'', o ''bebe-mos'', enfim... Mas não pode ser! Esta família precisa de ser assassinada! Ou exilada, se preferirem algo menos violento. 

Muito bem, 

damos --> 1.ª pessoa do plural do verbo dar. Tudo juntinho! 

A partir de hoje, vamos decorar assim: mos > sempre juntinho à forma verbal | -nos > separamos com o tão desejado hífen (Ex. Eu e o Ezequiel damo-nos muito bem.)!!





2. Disses-te. 

Vamos lá dizer «No mais Musa, no mais» a este erro DEMASIADO comum!!! 

Se o vosso intuito é conjugar os verbos no Pretérito Perfeito, então:

Tu disseste, tu fizeste, tu compraste, tu telefonaste, tu partiste, tu viajaste,... Certo? Vamos lá deixar de lado o fétiche que temos com o hífen!!! 





3. Voçê. 

PÂNICO!!!! 

Na escola sempre nos ensinaram que junto de um «-e» ou de um «-i», o «c» não leva cedilha! 





4. À ou há? 


Sem medos! 

Escrevem com «h» quando fazem referências temporais ou quando a vossa frase remete para um sentido de existência

Exemplos: dois anos fui a Roma. | muitas flores neste jardim. 
       




5. Devia de haver. 

Bom, quando querem usar expressões como esta, é favor eliminar a preposição «de»

Exemplos: Devia haver uma lei para este caso! | Gosto de fazer as coisas como deve ser





6. Enquanto que/ quase que. 

Se eliminarem o «que», está tudo ótimo! O «que» não é preciso para nada! 

Exemplos: Enquanto fui almoçar, a Joana adiantou o trabalho. | Eu comi uma laranja, enquanto a Rita preferiu uma maçã. | Quase entornei o copo de água! 




7. Uma mantinha para aquecer.

O verbo ''manter'' é tramado! Muita gente ''mantia'' muita coisa, no Pretérito Imperfeito! Mas não! É mesmo MANTINHA!

Pensem: Manter (man + ter). Se o verbo ''ter'' se conjuga '' eu tinha'' (e não, eu ''tia''), na 1.ª pessoa do singular do Pretérito Imperfeito do modo Indicativo, então: 



''manter'' --->  ''eu mantinha''




Fonte: https://m.popkey.co/7bbd13/LmGYG.gif


Escrito por Susana Ferreira.



quarta-feira, 25 de maio de 2016

Dançar na corda bamba

(Após o habitual discurso inicial, uma das pessoas da roda levanta-se pronta a dar o seu testemunho.)







- Olá, eu sou a Mariana!

Todos: Olá Mariana!

Mariana: Bem, hoje estou aqui convosco, para partilhar a minha experiência dentro do problema comum a todos os que aqui estão, a ansiedade. 
Penso que se este estado se pudesse traduzir em graus, eu inserir-me-ia no mais grave. 
No dia a dia, faço um valente esforço para me manter tranquila e pensar: - Calma, hoje não tens nenhuma ação importante que precises de realizar. Desfruta do dia! 
Pois é, porque quando tenho de executar qualquer tipo de atividade que exija responsabilidade da minha parte, é o caos. E não, não me pedem que descubra a cura para alguma doença, que resolva um exame nacional de Matemática. Não passam de ações simples, mas que me deixam sempre tão receosa!

O que sinto antes de executar cada uma é decerto o que muitos de vós sentem. Em primeiro lugar, na noite anterior a realizar as ditas actividades, eu simplesmente não durmo. A agitação incontrolável que sinto, não me deixa descansar. E depois, é claro, imagino mil e uma coisas que podem condicionar o derradeiro momento: - Oh, meu Deus, e se na altura cai um elefante do céu?; E se, de repente, alguém me lança um feitiço e fico imóvel?
É claro que usei exemplos completamente non sense (sem sentido), mas tudo o que passa pela cabeça não destoa muito disto. 


(Os que permanecem sentados à espera da altura em que tomam a palavra, concordam, acenando a cabeça.)


A acrescentar a estes devaneios estão os clássicos reflexos desta intranquilidade: passo a engolir em seco inúmeras vezes, sinto-me sem energia e em constante sobressalto. No entanto, aquele que no meu caso mais se manifesta e o que mais me castra: a falta de apetite. 
Se algo me está a preocupar, se eu estou ansiosa com algo, eu simplesmente perco a vontade de comer. 

Esta é uma luta que há uns anos me derrubou, mas descobri por mim mesma um tratamento. A única solução para este problema, é educarmos a nossa cabeça! Ela tem de estar equilibrada, de contrário, os efeitos vão refletir-se em tudo o resto! Temos de ser mais fortes do que a nossa tendência em ir abaixo, em criar inseguranças. 

Se estivermos bem connosco, não haverá margem para dúvidas ou dramas. Para isso, é importante que nos aceitemos e procuremos melhorar aquilo com o qual não nos sentimos bem.
O psicológico é o animal que temos de domesticar! 

A minha corda ainda não está segura. Porém, agora, já sei dançar sempre que ela abana!


(Ao fundo, ouvem-se aplausos.)




Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-iw8JnexSe8I/T4gZ6z7QKXI/AAAAAAAABT0/usaGKHbo97k/s1600/corda-bamba.jpg


Escrito por Mariana Pinto

terça-feira, 24 de maio de 2016

REVIEW: Wet n Wild Megalast Lipstick

Olá a todas e a todos!

Mais uma vez, trago-vos uma review de um produto que tenho em grande quantidade: batons! Não vale a pena, já desisti, hei-de sempre ter muitos batons, de muitas cores, de várias fórmulas e marcas. Sempre que entro numa loja de maquilhagem é a primeira coisa que os meus olhos vêem. 
Can't control myself.

Pois bem, venho falar-vos de dois batons da marca Wet n Wild, que não se vende em Portugal, mas que é conhecidíssima noutros países e que, facilmente, conseguem mandar vir ou da Maquillalia ou da Primor.




A marca tem várias fórmulas, estes dois pertencem à formula Megalast, que, como o nome indica, promete durar horrores de tempo nos lábios.

Posso começar por vos dizer que, se já não tivesse uma boa coleção de batons, tinha praticamente todos os que existem desta gama! São baratos (2,99€), semi-mate (aquele 'mate' confortável, que não se sente os lábios a repuxar), pigmentação ao máximo, imensas cores para todos os gostos e duram imenso tempo (cerca de 6 horas). A sua textura também é muito boa, são cremosos q.b e deslizam bem nos lábios. 
O único "problema" é mesmo a embalagem... Feita de plástico barato, é praticamente impossível retirarmos ou colocarmos a tampa sem bater no batom! Daí que o interior da tampa esteja sempre com marcas... Mas, para mim, não é motivo para deixar de considerar que são uns dos melhores batons que tenho e de, futuramente, comprar mais alguns!

As duas cores que tenho são a Mocha-licious e a Ravin' Raisin:











Comprei este batom porque andava louca para ter um batom castanho! Adoro-o, mesmo! É um castanho médio, nem claro nem muito escuro, está no meio! É uma cor quente, usável tanto de dia como de noite. 






A cor Ravin' Raisin é a minha cara, um roxo escuro, igualmente quente! Tem um ligeiro sub-tom acastanhado (nas fotos não se nota muito bem). É escuro, mas não é "escurão", entendem? 












Podem ver aqui os swatches de todas as cores: 

Fonte: http://www.cassandramyee.com/2015/03/wet-n-wild-megalast-lipsticks-complete.html

Cores lindas, não são? :D 
Estes batons são muito famosos por serem considerados verdadeiros dupes (em termos de cor) de alguns batons da MAC, por isso, deixo-vos aqui, também, uma lista dos dupes que já encontrei em vários blogs e canais do Youtube (basta depois pesquisarem e tirarem as vossas conclusões):

  • 901 Think Pink - MAC Creme Cup
  • 902 Bare It All - MAC Velvet Teddy
  • 903 Just Peachy - MAC Kinda Sexy
  • 904 Rose-Bud - MAC Fanfare
  • 908 Sugar Plum Fairy - MAC Rebel
  • 911 Spotlight Red - MAC Ruby Woo
  • 912 In The Flesh - MAC Twig
  • 913 Sand Storm - MAC Taupe
  • 914 Mocha-licious - MAC Verve
  • 915 Spiked With Rum - MAC Retro /MAC Del Rio
  • 918 Cherry Bomb - MAC Diva
  • 919 Vamp It Up - MAC Cyber
  • 965 Cherry Picking - MAC Pleasure Bomb
  • 970 Purty Persimmom - MAC So Chaud

Recomendo a 100% estes batons, sem dúvida! Tão bom não sentirmos aquela sensação de arrependimento por termos comprado algo que não é de qualidade! Ainda que sejam baratos, dinheiro é dinheiro!

Gostaram? :D
Espero que sim!
Muitos beijinhos.
Escrito por Sónia Dias. 



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Livros que lemos por obrigação...


... Mas que até gostámos! 


Fonte: http://lovelace-media.imgix.net/uploads/1391/709d7b20-80c1-0133-0cea-0e34a4cc753d.gif?


[Um parêntesis: Esta manhã acordámos com a notícia de que, em 2017, vai estrear o live action de Beauty and The Beast!! =D Alguém está entusiasmado??]



Vocês sabem... A escola e a Faculdade são sempre baús de experiências que podemos remexer, de vez em quando, e que até nos dão laranjas para fazer um sumo interessante!

Sendo assim, decidimos fazer um TOP 3 dos livros (não estão por ordem) que tivemos de ler mas que não nos arrependemos porque nos passaram uma mensagem positiva!

Se se lembrarem de algum livro de que tenham gostado particularmente ou que tenha mudado a vossa perspetiva em relação a alguma coisa, não se esqueçam de nos dizer nos comentários! ;) 



Susana



1. Meu Pé de Laranja Lima. Li-o no 10.º ano para um contrato de leitura e acho que deve ter sido a primeira vez que brotei por causa de um livro. Odeio chorar com filmes e livros, sinto-me um bocado parva mas depois penso: se é pela arte, vale sempre a pena =D 


2. Queimada Viva. Foi com esta obra que ganhei consciência de que as mulheres ainda tinham um longo caminho a percorrer, no que diz respeito aos seus direitos. É um relato, sem pudores e sem quaisquer floreados, de uma mulher da Cisjordânia que foi regada com gasolina e que viu o seu corpo incendiado. Tudo porque, aos dezassete anos, se apaixonou antes do casamento. 


3. Memorial do Convento. Olhei para este livro (na altura era um mero livro, aquela banalização típica de adolescente) e pensei «Por favor, não sejas como Os Maias!». E não foi. A experiência com Os Maias não foi muito positiva mas, no ano seguinte, O Memorial compensou! Foi aqui que me apaixonei pela minha figura de estilo favorita: a ironia. Saramago acerta em cheio! Faz aquele Ba Dum Tss que nos desconcerta! Estudei esta obra com tanto cuidado que o marquei, todo certinho, com Post-its! Awww ... Tão organizadinha que a menininha era! 





Mariana

Os três livros escolhidos foram objeto de análise em cadeiras da Faculdade. Infelizmente, na minha escola prescindiram de uma atividade tão interessante como são os "Contratos de Leitura" e deixaram que nos ficássemos pelos temidos "Livros de leitura obrigatória".


   

Fonte: http://www.caminho.leya.com/fotos/produtos/500_9789722114769_niketche_poli.jpg

1. Frankenstein. (Sim, é a milésima vez que falo dele, ainda não perceberam a dica :D) Como a maioria de vós, conhecia a história desta personagem através dos desenhos animados. Quando foi pedido que a lêssemos numa cadeira de opção, descobri um dos livros da minha vida. Agora que penso, acho que foi aí que percebi a minha tendência para as histórias de horror. 
Mary Shelley oferece-nos uma reflexão em campos como a educação e a filosofia, ao mesmo tempo que nos dá uma lição de humanidade!

2. Menina e Moça ou Saudades. Este é um livro com um estilo puramente medieval. Existe um cruzamento de histórias que se torna confuso, mas a narrativa principal e a própria linguagem (de tal forma trabalhada que nos parece poesia) contribuem para uma aura própria de um universo fantasioso. É bonito, senhores, é bonito :D

3. Niketche - Uma história de poligamia. Se gosto dele é sobretudo pela autenticidade que aborda as questões de género, partindo de uma caso particular. Ramy oculta relações com diversas mulheres, estas representativas da pluralidade cultural de Moçambique. A autora mostra a união das personagens femininas no combate a um sistema patriarcal. 


Sónia

1. O Principezinho. O livro da minha vida! AHAHAH A sério, eu morro de amores por este livro... Ensina-nos tanto mas de uma forma tão simples! São grandes e importantes as lições de vida que tiramos ao lê-lo! É imortal, toda a gente tem de o ler (até aqueles que não gostam de o fazer)!


Fonte: http://mantadehistorias.blogspot.pt/2015/07/a-minha-opiniao-o-principezinho.html


2. Uma Abelha na Chuva. Na faculdade, tive uma cadeira em que, basicamente, os cinco livros que li para ela tinham dois temas em comum: os vários tipos de opressão e o valor da liberdade. Só por aí eu já sabia que ia gostar. 
Neste livro, aliou-se o tema da opressão ao movimento neo-realista, como forma de consciencialização, necessária para transformar a sociedade do antes 25 de Abril. Livro de leitura fácil, na minha opinião.


Fonte: http://www.fnac.pt/Uma-Abelha-na-Chuva-Carlos-de-Oliveira/a142536


3. Levantado do Chão. Segue as mesmas diretrizes do livro que mencionei acima... Ganha pontos extra por ser de Saramago. Conta-nos a história de uma família de camponeses pobres, os Mau-Tempo, e que são os escolhidos pelo autor para relatar a difícil relação do homem com a terra e com o desenrolar dos acontecimentos por ela motivados. 
São, também, testemunhas e combatentes de lutas como a chegada da República, a Primeira Guerra Mundial, a Guerra da Espanha e o 25 de Abril, onde contarão a história de Portugal de “uma outra maneira” – baseada naquela que não foi documentada e que está fora dos registos oficiais. 
Apesar de extenso, foi um prazer lê-lo!


Fonte: http://www.fnac.pt/Levantado-do-Chao-Jose-Saramago/a5440


Menções honrosas: Memorial do Convento, O Delfim, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Frankenstein e As Intermitências da Morte.



Canto Superior Direito.