sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Me And Earl And The Dying Girl

Fonte: http://cdn-static.denofgeek.com/sites/denofgeek/files/9/30//me-and-earl-and-the-dying-girl.jpg

Facto número 1: A adolescência é aquela basic bitch que nos deturpa a realidade e nos faz sentir num limbo constante. 
Facto número 2: A invisibilidade é, efetivamente, o El Dorado que qualquer jovem não popular anseia. 

É assim que se sente Greg (Thomas Mann), um aspirante realizador de cinema, inseguro das suas capacidades e do seu valor enquanto amigo. O único objetivo de Greg é manter o seu low profile, de modo a conseguir suportar a longa jornada que é o Ensino Secundário. 

Tudo muda quando a sua mãe o incentiva a travar amizade com Rachel (Olivia Cooke), uma colega de escola com um diagnóstico que acusa leucemia.

C-A-L-M-A!!!!!!!!!!

Se já estão a pensar num argumento do tipo «The Fault In Our Stars», «A Walk To Remember», «Now is good» ou outros mil e quinhentos filmes em que os protagonistas se apaixonam loucamente, fazem uma listinha das coisas que nunca fizeram e tentam concretizar tudo antes que seja tarde, desenganem-se! 

Fonte: https://media.giphy.com/media/j0E4a68FajlMA/giphy.gif

Neste filme impera o valor da amizade, o que significa ser amigo e o que significa amar um amigo. Greg, Earl (RJ Cyler) e Rachel sobrevivem à doença e à poluição sentimental que a adolescência causa através da paixão que nutrem pelo cinema, por gelados e por almofadas felpudas (depois vão perceber ;))

Aproveitem o fim-de-semana para ver um filme sensível e espirituoso como este. ;)

Escrito por Susana Ferreira. 

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