quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O elogio da variedade em "Orange Is The New Black"


Fonte: https://literarylitchfield.files.wordpress.com/2014/06/taystee.jpg


       
 Fonte: http://cdn.playbuzz.com/cdn/296ba98b-81f0-4b50-8948-06c986db3605/508b70db-ada1-468a-8157-308c5b20b8e6.jpg



Fonte: http://vignette2.wikia.nocookie.net/orange-is-the-new-black/images/e/e5/Dayanara_diaz.jpg/revision/latest?cb=20140617033736
        



  Fonte: http://vignette3.wikia.nocookie.net/orange-is-the-new-black/images/0/03/Sophias1promo2_crop.jpg/revision/latest?cb=20140717174651
               



 Fonte: http://images.tvnz.co.nz/tvnz_images/orange_is_the_new_black/2014/08/crazy_eyes_e345_Master.jpg



Prisão de Litchfield, macro espaço que apinha mulheres étnica e moralmente distintas. Repartidas segundo as semelhanças físicas, criam grupos que compartilham hábitos sempre que o quotidiano não as obriga a uma mescla.
Fruto de uma natura gaiata, as negras animam a atmosfera quando dançam, cantam e imitam as “patroas claras”.
Menos homogéneas, as brancas dispersam-se em temperamentos neuróticos, carentes, vacilantes e pertinazes.
As latinas expõem-se como esposas calorosas, cegas para o mundo no momento em que amam loucamente.
De aspeto marcado pelo tempo, as senhoras ignoram o facto de serem esquecidas e riem das próprias maleitas.
Dentro de cada conjunto destacam-se ainda mulheres-tipo particulares: uma mãe que anseia que o bebé cresça com o verdadeiro pai; uma mulher transexual, liberta do corpo em que não se revia, que luta para ser o pai do qual o filho se orgulhe; duas sujeitas ardilosas, capazes de fazer da sua condição um negócio vantajoso; duas meninas alienadas, que na busca de afeto e compreensão são ludibriadas e erram porque não sabem fazer melhor. 


(Fonte da primeira imagem: http://cdn-static.denofgeek.com/sites/denofgeek/files/3/49//orange-is-the-new-black-s3-cast.jpg)


Escrito por Mariana Pinto

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